RSS Feed

Como tudo começou

Posted by Aldemir Alves da Silva


De onde veio Nazebur e os seus irmãos?
     
Obs: Esse conteudo é parte dos livros de Esteros.
      
    Existe uma lenda muito forte sobre o surgimento dos deuses, essa lenda é diariamente contada em todos os mundos e galáxias, com vidas existentes no universo. Uma lenda tão convincente que é conhecida como (a criação dos deuses) essa história chega também muito próxima de ser a verdadeira criação da (vida).

        A vida é, á herança dada pelo o criador aos seus escolhidos, homens que deviam ter como as suas metas principais, cultivá-las e mantê-las em perfeita harmonia e paz. Os povos que tiveram uma segunda chance ganharam como o seu legado o direito de viver, um direito que também deveria ser semeado e multiplicado, com o único propósito de ser a maior criação do “supremo”.

A lenda mais convincente

    No começo do universo, antes mesmo de Nazebur e os seus irmãos deuses dominarem esses planetas, existiu uma criação imensa de deuses imortais. Eles eram conhecidos como “Os Místicos Anderdrais”. Umas raças imensas, que viviam em um paraíso chamado de “Paramound”.

     Eram milhares de povos de todas as raças e aparências, esse Paramound era um planeta gigantesco, que cobria todo o vago universo...
      O grande planeta continha os elementos principais da vida, que são; terra, água, ar e fogo. Não existia espaço vago no universo, somente um único planeta gigantesco.


   Este “Paramound ou paraíso” era lindo, a paz reinava incessante entre todas as espécies, ninguém podia morrer, o demônio da morte não existia “a vida era para sempre”. O Criador de tudo isso não se apresentava para nós como “criador” era somente uma criatura doce e bela chamada de “Supremo”.


     O ser supremo andava sobre nós, como um deus doce e sincero, que se mostrava paciente e prestativo, se colocando como um homem amoroso e fiel. “O amor do criador por sua criação era tamanha, que não abria brecha para que mal algum se manifestasse no paraíso”. Esse amor era retribuído por todos, maldades, mortes, inferno, destruições, sentimentos carnais imundos não existiam.

     O Paraíso foi habitado por milhares de anos, por os seres imortais, esses milhares de anos, foram melhores do que o dia mais feliz de nossas vidas. Não da para se comparar um dia feliz nosso, com um único minuto vivido no paraíso. O paramound era um reino perfeito, onde só existia alegria e paz.

     O lugar ficou intacto por séculos, o criador querendo agradar a sua criação, sempre buscava melhoras para os seus filhos, com o passar do tempo, o criador começou a fazer modificações, e assim melhorando a cada dia o local onde vivia com os seus seguidores. Pensando em criar algo realmente perfeito, começou a nomear criaturas para poder ajudá-lo em sua administração.

    Uma grande seleção foi iniciada, então o criador renome-ou os seus mais próximos seguidores, e deu a eles asas, que seriam para que pudessem voar e assim chegarem mais rápido as criaturas necessitadas, ajudando-as em palavras de conforto e, mantendo todas as pessoas em um equilíbrio perfeito com o bem, evitando assim que o mal jamais brotasse na vida de nenhum dos habitantes do paraíso.

     Os seguidores se tornaram criaturas de aparências chamativas, tendo como as suas principais características as suas belezas avantajadas, como exemplo; os olhos azuis claros como os céus, os cabelos loiros como as luzes do sol, a pele limpa e clara como as areias do mar...  Todos eles também receberam novos nomes independentes, e um único nome em particular que os diferenciariam dos demais viventes do Paramound, agora eles eram chamados de “Anjos”.

     Estes anjos tinham um lugar privilegiado ao lado do criador, eram doze anjos, mas apenas dois tinham um grande destaque, e seguiam de perto o seu criador. Esses dois com nomes de: “Soriom” e “Soriam” que eram “gêmeos” criaturas belas de pele brancas e olhos azuis, tinham uma missão importante no paraíso, pois guardavam as chaves dos sete pecados capitais.

Os setes pecados capitais                                                     
Avareza
Melancolia
Preguiça
Luxúria
Orgulho
Gula
Inveja


    A paz na vida dos imortais, só seria perfeita se esses pecados continuassem trancados com as sete chaves dos milênios, pois os pecados eram o lado mal da história da vida. Se um dia alguém abrisse um destes baús sagrados, o pecado identificado por trazer seu male afetaria os povos. A partir deste pecado viriam as outras pragas, que afetariam a vida. Como por exemplo: assassinatos, roubos, traições, doenças, etc.


   Os dois anjos; Soriom e Soriam se mantêm firmes, cuidando dos baús sagrados com todas as suas dedicações a esse propósito, o criador por sua vez, sempre os visitava e deixa claro que jamais os baús poderiam ser abertos, pois eram prioridades máximas, era preciso evitar que todos se aproximassem de seus conteúdos. Os anjos apesar de não possuírem a maldade, e nem mesmo algum sentimento imundo diante de seu criador, começaram a imaginar o que poderia estar escondido dentro dos baús sagrados.

    Com uma imensa simplicidade, olhavam os baús com um tom de amor e vontade de compartilhar com eles, o imenso fardo que carregavam em seus interiores. Apesar de existir o lado mal, que influencia tudo que existe com vida no mundo em geral, o mal às vezes pode ser um começo de um bem muito mal anunciado, esse mal transparente tem um nome especifico em particular, e ele se chama “ingênuidade”.

    Certo dia... Os anjos tendo uma pequena vontade de conhecer os conteúdos dos baús resolveram entre si espiar o que havia dentro dos cujos baús “sagrados”.   Então escolheram o sétimo baú, que era o "orgulho". Vagarosamente certo dia Soriom abriu um baú, somente uma pequena parte, tão pequena que seria similar à espessura de uma agulha de costura.


   Primeiro Soriom espia e nada vê, pois os baús aparentemente eram vazios, em seu interior não continha “nada” somente espaços vazios, Soriam ao espiar seguidamente se indagou, percebe que não havia mesmo nada ali. Só que o orgulho foi aberto, bastou uma pequena brecha dos anjos, para que a inveja viesse depois do orgulho, depois deste dia os anjos começaram a invejar a supremacia do criador, junto as suas criaturas...
    
  Os dois irmãos planejaram uma rebelião contra o seu criador, muito devagar mostravam os conteúdos dos baús para os outros dez anjos supremos, que também se contaminavam, totalmente dominados por tantas imundices agora iriam tomar o paraíso... Os anjos tinham um plano terrível. Que seria expulsar o deus soberano de seu trono.

   Só que o supremo criador conhecia os sintomas do sétimo pecado, e percebe que o equilíbrio foi abalado, ao tentar argumento com seus anjos. Houve uma grande rebelião no paraíso... Os anjos em ato de rebeldia luxúria, vaidade, raiva e todas as outras pragas. Carregaram até os baús às chaves milenares, usando todas as chaves eles abriram os baús por completo. Fazendo com que todos fossem contaminados por esses males.


   Depois deste dia, Lucyer um anjo que agora era demoníaco, forjou doze pedras espirituais, que passaram por um ritual macabro, um culto chamado de “o cântico dos anjos”. Inicialmente as pedras seriam usadas para uma pré-rebelião contra o criador, pedras que seriam capazes de dar poderes aos anjos, misturando a magia negra com a branca, transformando os anjos em espécies de demônios poderosos, alguns tinham asas negras, outros ainda mantinhas uma de suas asas brancas de um lado, do outro estavam negras assim como as dos demais. Foi assim, aonde surgiram os primeiros demônios do paraíso...
     
   Totalmente contaminadas, as pessoas daquele lugar começaram a reclamar com o criador, pediam melhorias no paraíso. Questionavam as suas palavras, brigavam entre si, tomavam as riquezas uns dos outros, extorquiam e matavam, muitos obtiveram habilidades demoníacas e começaram a serem chamados de demônios. O criador só teve uma saída, teria que destruir tudo o que criou, mas amou de tal maneira a sua criação, que teve uma idéia.

    Neste paraíso existia um grupo de povos isolados, que serviam somente para agradar os imortais e servi-los, em seus propósitos e vontades. Esses seres podiam ter filhos se reproduziam, nasciam pequenas criaturas chamadas de “Crianças” que eram belas e puras, mesmo com os sete baús abertos, o mal parecia não telas afetadas, ainda continuavam puras e amorosas.

 O criador dando uma ultima chance para a vida, juntou trinta dessas pequenas criaturas, deu a elas o don da imortalidade e poderes sem igual. Ele as chamou de “Deuses”. Esses deuses ficaram guardados em pequenas bolas de energias. Com eles pequenas bolinhas similares a sementes, que deveriam ser semeadas. Sendo plantadas elas brotariam vidas, que seriam os seus legados dali para frente.

Os pequenos deuses foram protegidos, com o propósito de começarem novas vidas, em outros mundos que seriam criados brevemente, pois o criador destruiria todo esse mundo chamado de paraíso.


Então o criador com o seu coração apertado e angustiado. Subiu em uma grande montanha, da parte mais alta do Paramound podia observar todos que ali estavam. Eles faziam farra, andavam pelados mostrando o corpo, praticando orgias sexuais e gestos obscenos. Mentiam uns para os outros e se digladiavam. O mal agora já dominava este mundo completamente...


 O criador em ato de desespero chorou por todos os seus filhos, que agora eram “rebeldes” e ameaçavam o começo de uma rebelião incontrolável. Em ato de uma ultima circunstância, lançou uma poderosa energia sobre o paraíso, que similar a um grande Big-Bang explodiu, formando um grande universo.


 Os pedaços do paraíso foram lançados a distancias gigantescas, formando espaços chamados de galáxias e Cordilhetes, então esses pedaços do paraíso que foram arremessados ao espaço, juntamente com as suas propriedades vivas, transformaram-se em hospedeiros de minúsculas criaturas, que foram chamadas de planetas, tomando formas diversas.

 Junto com esses grandes pedaços do paraíso, nasceram sementes de plantas, misturando-se com a água fés nascer pequenas vidas e jardins belos e enormes. Recriando agora novos habitates capazes de abrigar as novas vidas inteligentes, que estavam para serem semeadas ali.

 Todos os habitantes do paraíso foram mortos com a grande explosão, somente os trintas deuses se salvaram, foram arremessados para os grandes planetas de todas as galáxias, sendo liberados aleatoriamente de suas cápsulas tomaram os seus bens concebidos. Então começaram a semear os planetas, fazendo com que surgissem vidas “as vidas inteligentes” que foram chamadas de homens e mulheres, estes seres diferentes dos deuses, não eram imortais.

Eles tinham o dom de se procriar, tinham a missão de povoar todos os planetas com as suas raças. Depois de viver intensamente as suas vidas, iriam morrer e voltariam em outros planetas, tendo assim a dádiva de viverem felizes e nunca se entediarem da sua existência.

 Com o passar dos anos, os povos cresceram e se formaram homens e mulheres adultas, no decorrer às populações também foram aumentando, só que uma coisa não estava perfeita entre os homens, pois eles haviam herdado todos os desejos e pecados vindos dos deuses.

 Eles só eram puros em faze criança, quando crescessem desenvolveriam os setes pecados capitais. Mas os homens também tinham uma presente em especial, que podia diferenciá-los, a “humildade”. Os deuses deviam apenas cuidar para que eles nunca soubessem dos tais pecados, sendo assim não desenvolveriam as características maldosas, dos seus ancestrais.

(Depois da grande explosão acontecer, as pedras espirituais foram usadas em outro propósito, pois Lucyer em um segundo culto, aprisionou os anjos rebelados dentro delas, em seguida foram lançados ao espaço, alguns foram usados pelos deuses, que cresceram se formando homens ambiciosos, outros ainda vagam sem rumo ao espaço, mais seis deles foram lançados aos planetas, e seguem sem memória, não se lembrando dos seus passados tenebrosos.).

Depois da explosão tudo correu bem por milhares de anos, até o dia de Nazebur. Depois desse dia, todos nos sabemos o que aconteceu com os planetas e povos. Então está luta é para salvar os planetas que foram feridos em batalha, mas não mortos, eles ainda vivem e só depende de todos nós, lutaremos por eles...

Continua...

2 comentários:

  1. Junior Menezes

    Olá! Antes de tudo,obrigado por comentar em meu blog! Fiquei muito feliz em receber elogios de um desenhista, pois quando o elogio parte de alguém com conhecimento na área é bem mais legal!!! Eu tbm tenho muito a elogiar o seu trabalho, dei uma olhadinha aqui no blog e vc tem muito talento... Seus textos são bem trabalhados e organizados!!! Além de criativos!!! Parabéns!!! Um grande abraço!!!

  1. Esteros

    Obrigado eu Junior! Akelon é um livro que me chamou muita atenção "idem" não só de agora, mas a muito tempo que venho observando o seu trabalho!...

    Em breve irei adquirir o livro, e matar o meu desejo em conhecer Akelon. Um Abraços camarada!!!

Esteros livro digital