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Uma grande batalha.

Posted by Aldemir Alves da Silva

Hoje irei postar uma batalha entre o general Fastouros e o príncipe Vamcast.
Obs: Este conteúdo é parte dos livros de Esteros.



A guerra estava selada, o objetivo do jovem malvado, era a morte de todos os que atravessar o seu caminho, nem mesmo os seus entes queridos ele eira poupar.

Os orcs marcharam quilômetros até se aproximar das tropas de Fastouros, vendo então que a guerra estava muito perto de acontecer, o general mandou um de seus soldados ir falar com o príncipe, obdecendo, o homem marchou até o local.

Chegando aos portões do acampamento, aproximou-se dizendo. - Boa tarde, soldado! Eu marchei até aqui por algumas horas, trago uma mensagem para Vamcast, a mando do meu general Fastouros.                                              


A criatura se armando com uma lança,  aproxima-se, em poucas palavras ameaça o soldado dizendo. - Gr! Quem é você? Não deixaremos você entrar em nosso acampamento, volte de onde veio, ou então morrerá.

O soldado abaixando a cabeça em sinal de respeito, diz algumas palavras em tom de humildade. - Não vim lutar e nem espiar nada, apenas trago uma mensagem de paz do meu general, para Vamcast...

Vendo que o soldado estava amedrontado, o orc começa a se exaltar, então gritando em voz alta  ameaça o homem dizendo - Não existe paz entre orcs e eracictos, diga isto a seu general!

Vamcast ao escutar aproximou-se, em seguida gritou com o homem em voz alta e ameaçadora - Volte de onde veio e diga para seu general, que hoje mesmo, antes que o sol se ponha, arrancarei a cabeça dele, e a darei para as aves dos céus!...
    
O cavaleiro assustado correu em direção ao seu exercito, parou o seu cavalo e caminhou em direção a Fastouros, já sem fôlego, disse - Meu senhor, estive com Vamcast, ele me disse que não aceitará a sua proposta de paz, e ameaçou dizendo que te mataria antes de o sol se por.

Mudando a expressão do seu rosto, o general aceita as palavras do soldado, se mostrando confiante, diz - Tudo bem, alegrem-se homens, pois a nossa parte já fizemos, á minha lamina jamais temerá á afronta do mal. Se essa for a ultima palavra do príncipe, que assim seja. Levarei o rapaz para meu rei, mesmo que sem as suas pernas.                                                        
      
O cavaleiro concordando alerta o seu general - Que assim seja meu senhor.  Os guerreiros de Vamcast estão a apenas duas horas de nós, ele planeja nos atacar antes do cair da noite.
    
O general então balançou a cabeça em sinal de positivo, retirando a sua espada, a ergueu aos ceús, em voz alta gritou para todos os seus soldados - Á minha vida foi dedicada toda para servir o meu rei, e ajudar os mais fracos e, se eu morrer aqui hoje, então morrerei com honra!

Antes do cair da noite, o príncipe do mal marchou e, se posicionou em formação de ataque. Eram três mil orcs e quinhentos anões, armados e famintos por sangue. O príncipe veio mais à frente, e estava sobre um tigre negro que podia voar, o monstro alado tinha asas que lembrava as de um morcego. Os orcs famintos rosnavam de fome e vontade de matar.

As criaturas eram como canibais que só se alimentavam de carnes de outros seres vivos. Os anões montavam os monstros gigantes, conhecidos como Mengros, os animais amedrontavam os soldados de Fastouros.

     O príncipe por sua vez, estava horrível, os seus cabelos agora eram negros, os seus olhos fundos e enrugados, a sua aparência estava horripilante. Nada parecido com aquele rapaz belo que foi um dia, o seu olhar era de maldade e desprezo.

Ele estava sedento de sangue, então se aproximou em meio ao campo de guerra,  gritou com desprezo e zombarias, encarando de longe o general - Fastouros!... Há, há, há... Olha só, corajoso general que venceu tantas batalhas para o seu rei! O rei que não poderá fazer o mesmo por ele, e nem o seu corpo poderá enterrar! Eu posso te dar uma chance de morrer sem ver o massacre que acontecerá com os seus honrados soldados, venha até mim, e me enfrente.

O general percebe que com seus mil homens, não seriam páreos para três mil orcs assassinos e sem medo da morte. Ao contrário dos homens de Fastouros, os quais tinham família e mulheres em suas casas. Mas eles lutariam por suas famílias, lutariam por sua honra, e lutariam mais ainda por seu general.

Selando o seu cavalo branco, o general caminhou até Vamcast, então tentou argumento com o ser maligno - Meu senhor, eu vi você nascer e crescer como um menino esforçado, e dedicado a seus pais. O amor que vejo em sua família por você, é tanto que eu jamais vi igual na minha vida. Hoje eu vim diante de você não para matá-lo, mas sim para levaste a seu pai.

Esnobando o seu adversário, e o rodeando sem intervalos, o príncipe maligno diz em voz ameaçadora. - Não conheço você como um aliado e não tenho respeito por sua vida. Eu desconheço quem você diz ser meu pai, o amor que você diz, não me interessa mais. Eu só sinto desprezo por todos! Eu quero que me mostre a sua força, porque está será a sua ultima batalha, no mundo dos vivos!

Com o seu escudo sobre o corpo, e tentando acompanhar o movimento do inimigo, o general responde Vamcast, eu prometi a seu pai que te levaria embora para casa. Por, bem ou por mal, você irá comigo. Se eu falhar em minha missão, então realmente eu prefiro não voltar com vida.
     
O príncipe continuou a rodeá-lo observando o seu modo de defesa, rapidamente desferiu um golpe poderoso que foi defendido por Fastouros, que girando o corpo contra atacou com defesa de Vamcast. As espadas se batiam com uma força tremenda, isto gerava até faíscas de aço incandescente, a luta continuava por alguns minutos...
    
Fastouros mostrava habilidades incríveis com a sua espada, o príncipe movimentava-se rapidamente e usava postura de superioridade diante do general. Vamcast se desviando de um ataque usou um contra-ataque sobre o general, desequilibrando a sua defesa, em seguida chutou as suas costas, jogando-o ao chão empoeirado.

Caindo sobre o chão seco e esburacado, o general bate com as usa costas ao chão, e rolando o corpo em sentido horário, se levanta assustado. Olhando fixamente para Vamcast, ele se vê em um mundo desolado, o seu coração estava em disparada, a sua aura estava quente e, a angustia no seu coração, estimulava o seu desejo pelo o arrependimento do seu adversário.

Vendo que a luta estava fácil, o príncipe disse palavras a ele com tom de desrespeito -Essas são as habilidades do grande general? Há, há, há... Até agora eu brinquei com você, mas não é do meu feitio, manter a minha vitima viva por muito tempo. Prepare-se para a sua morte!...
    
O general fés novamente posição de defesa, Vamcast desferiu sobre o escudo do homem um golpe extremamente poderoso e destruidor, que o partiu em dois. O general se assustou, e tentou defender com a sua espada que também com um segundo golpe partiu-se ao meio. Agora Fastouros desarmado e sem escudo começou a andar para trás.

 O seu coração palpitava em uma velocidade notável aos ouvidos de todos que ali estavam, um filme preto e branco se passava sobre os olhos do valoroso general, de tantas batalhas vitoriosas, agora a sua única certeza, era a morte dos seus amigos e também a sua.

O general desarmado, e sem ter nenhuma defesa, virou alvo fácil, Vamcast rapidamente com um salto enorme, jogou o seu corpo á frente, e com muita força atravessou o peito do homem. Ele puxou com força a sua espada para fora. Fazendo com que o sangue espirrasse com força, manchando todo o local aonde a luta aconteceu. Praticamente já sem vida, Fastouros foi caindo devagar e se ajoelhou, vagarosamente ele olhou para o céu. O homem parecia apreciar por uma ultima vez, a beleza de Esteros.
    
O elfo que por sua vez, desferiu o golpe de misericórdia, que lhe arrancou a cabeça. Este foi o fim do nobre general, o corpo caiu sem vida ao solo. Os soldados ficaram paralisados, não acreditando no que viam ali. Já os orcs se enchendo de coragem, partiram para cima, matando um-a-um dos soldados do rei. Um anão estava tão cheio de coragem, que arrancando a cabeça do inimigo, ele a exibe como um prémio de guerra.

Montado em um Mengro, o anão levanta a sua lança para cima, e na ponta, á cabeça do inimigo ficava a mostra. Todos os soldados do rei foram mortos, Ficou apenas aquele que levou a mensagem de paz para Vamcast... O elfo maligno se aproximou do homem, pegou-o pelo o pescoço com muita força.

Colocando-o sobre uma árvore, disse-lhe a seguinte palavra -A sua sorte, é tremenda homem, eu vou te deixar viver por uma segunda vez, eu quero que leve uma mensagem minha ao seu rei, diga a ele que estou chegando para matá-lo.
-Os orcs matarão todos os seus criados, os seus filhos e a suas esposas. E também todos os moradores daquele lugar. Vá e não olhe para trás!
    

O confronto entre os Destrus

O cavaleiro correu em pânico, montou em seu cavalo e partiu com um medo enorme do que viu acontecer ali. Foram horríveis os acontecimentos, todos que ali estava haviam morrido sem piedade alguma, o cavaleiro chegando aos portões do castelo, entrou assustado e correndo apavorado.

Chegando na parte de dentro do castelo, o soldado cai de joelhos ao chão em prantos, e sem fôlego ele começa a ficar desesperado -Levem-me ao rei, levem-me rapidamente ao rei, por favor, todos estão mortos!... Todos nós vamos morrer...

Mussafar vendo o pavor do homem. veio rapidamente falar com ele -Cadê o meu filho? Onde ele está? Onde está Fastouros? Diga-me, por favor, homem.

Agarrando as roupas do rei, o homem começa a gritar em prantos -Vamcast matou á todos meu senhor, ele é um demônio, não é mais o seu filho, ele matará ate mesmo o senhor meu rei, o Vamcast que conhecemos já não existe mais. Vi nele agora um ser maligno e assassino. Devemos fugir rapidamente, ele está vindo em nossa direção e chegará rapidamente aqui, salve-nos meu rei, eu te imploro!...
    
O rei caiu em prantos, ele chorou ali como uma criança que perdeu os seus pais, então em ato solidário ele chamou a todos e disse -Meu povo a quem eu tanto amo, vocês estão livres dos seus serviços, peguem as suas famílias e partam para as aldeias ao norte! -Lá vocês irão encontrar lar, pois ali existem aliados do nosso reino. Levem o quanto precisar de alimento e vestimentas, eu não irei. 


       -Ficarei aqui, e vou esperar o meu filho! Farei uma grande festa e colocarei a mesa e também a sua cadeira e quando ele chegar não achará hostilidade alguma, se algo me acontecer, lembrem-se de lutar com toda as suas forças. O mal não deve jamais dominar o nosso mundo.

2 comentários:

  1. Raimundo

    Muito legal!Uma batalha ganha facilmente pelo o vilão da história...

  1. Pedro

    Estou com aguá na boca para comprar!

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