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Fedors 2° edição a venda na amazon e impresso.

Posted by Aldemir Alves da Silva

 
Pessoal,
As crônicas de Fedors está de volta a Amazon, agora com sua 2° edição finalizada e totalmente reescrita, o livro antes com 190 páginas aumentou para 352 em formato Kindle. 
Aproveitem para baixar uma amostra grátis, e se gostarem não perca tempo e adquira o seu no formato digital!

A versão digital é 100% ilustrada e trás os últimos trabalhos de revisão. Enfim, um produto de qualidade e pronto para agradar os leitores da fantasia!


http://www.amazon.com.br/crônicas-Fedors-Edição-ilustrada-Esteros-ebook/dp/B00C2NGTU8/ref=sr_1_1?s=digital-text&ie=UTF8&qid=1386512918&sr=1-1&keywords=ESTEROS
A edição impressa está em pré - venda no site da Selo Jovem,  para quem prefere os impressos estarei disponibilizando o link para comprar, o livro está passando pela diagramação e deve ser publicado em poucos dias.  Quem quiser ir adiantando o seu exemplar o link é esse:
http://www.selojovem.com.br/pd-a9c58-as-cronicas-de-fedors-livro-1.html?ct=&p=1&s=1
 O livro já está modificado no Skoob, quam ainda não colocou na estante o link é esse:
http://www.skoob.com.br/livro/186960-os-livros-de-esteros
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  Leia o livro no Wattpad:
 http://www.wattpad.com/17818944-as-cr%C3%B4nicas-de-fedors
Espero que todos possam ler esse livro e dar suas opiniões sobre o meu trabalho, espero que esse novo trabalho possa agradar a quem ainda não conhece a história.  Desejo um ótimo fim de ano a todos, com muitas alegrias... um Natal cheio de fartura e muito churrasco =D 
E que 2014 seja um ano iluminado e cheio de realizações!

As crônicas de Fedors - Livro 1 - 2° edição para 2014

Posted by Aldemir Alves da Silva




Olá pessoal!

As crônicas de Fedors está de volta em 2014 com uma nova edição totalmente reescrita, como eu disse anteriormente, peguei todas as criticas negativas e positivas e trabalhei tudo no livro, na verdade eu já estava trabalhando nisso a algum tempo e aguardava apenas que os livros ficassem esgotados. No meu ponto de vista o livro ficou excelente, claro, que para todo autor o seu material sempre é ótimo hehehe, agora vamos ver o que vocês leitores irão achar.

O meu foco principal no livro foi em melhorar a parte dos diálogos, também caracterização do mundo e personagens, acredito que consegui o meu objetivo. As batalhas cresceram em tamanho e realismo, no primeiro livro eu evitei derramamento de sangue, mas aqui um braço dilacerado e um punhado de tripas arrancadas é algo costumeiro. 

Para quem acompanha meu blog e meus livros há algum tempo sabe que eram 2 volumes publicados da série, o livro 1 e 2. Mas depois de todo esse trabalho no livro 1° é claro que as coisas irão mudar para o próximo, então, achei por bem despublicar meu segundo volume e trabalhar nele também. A aventura mudou o rumo em alguns pontos do livro, não na temática, mas sim no caminhar dos eventos. Fedors ainda é o narrador e ainda um homem enigmático, Vamcast ainda é um vilão perigoso, mas foi adicionado outros elementos na trama que a tornará menos previsível, por assim dizer. 

O livro antes com 190 páginas, agora cresceu, nós prevemos 360, o tamanho ainda quero manter 14 x 21, tenho gosto pela capa e continuarei mantendo o padrão. O preço continuará bem em conta, de 27,00 vai para 29,90 e o frete continuará GRÁTIS.

Para quem está curioso e entusiasmado a começar a ler, As crônicas de Fedors, eis o link ai embaixo, o livro deve ser publicado entre Dezembro 2013 / Janeiro 2014, aproveitem a pré - venda e reserve o seu exemplar ^^

De R$ 32,00
Por R$ 29,99

Edição: 2
Ano: 2014
Páginas: 360
Formato: 14 x 21 cm

http://www.selojovem.com.br/pd-a9c58-as-cronicas-de-fedors-livro-1.html?ct&p=1&s=1


Novidades sobre a nova edição de Os livros de Esteros. Leiam prefácio e saibam tudo sobre o livro.

Posted by Aldemir Alves da Silva





Boa tarde, leitores!

Para quem está curioso quanto a nova edição de Os livros de esteros, venho avisar que terminei o manuscrito e já está nas mãos da revisora. O livro antes com 190 páginas agora terá mais do que 350, com a mesma história, entretanto, com grandes melhorias nas partes dos diálogos e caracterização do mundo e personagens. A minha deficiência na primeira edição foi na parte dos diálogos, os leitores reclamavam de poucas falas e falta de frases criativas. 

Para esse novo livro, eu revi tudo, usei muitas coisas novas que aprendi nos meus mais recentes trabalhos, usei técnicas dos sinônimos, pesquisei muita coisa no Google sobre batalhas medievais, costumes antigos, armaduras e construções. As batalhas cresceram em tamanho e detalhes; criei combates que ultrapassam 10 páginas de muita ação e estratégicas. No primeiro livro evitei derramamento de sangue e cabeças cortadas, mas descobri que para criar um livro medieval não se pode ignorar as mortes e retaliações, então caros; aqui vocês verão muitas cabeças cortadas e membros dilacerados, acredito que dei nova vida e fôlego ao livro quando optei por deixá-lo mais “realista”.

Escrevo desde 2011 e somente agora tenho uma melhor visão das minhas limitações e falhas, escritores estão sempre aprendendo e muitos costumam se ofender com criticas e dicas, eu era assim, mas agora estou usando as criticas ao meu favor. Sei que nunca conseguirei agradar a todos, afinal, gosto não se discute, mas de fato, faltava muita coisa nesse livro para torná-lo realmente bom... 

O novo livro entrara em pré-venda em breve na livraria da selo jovem, a revisão está sendo feita com muito carinho e dedicação, os erros não passarão mais nessa edição, prometo aos meus leitores que esse será um trabalho excelente e que vai conquistar muitos leitores em 2014.


Algumas frases do livro:



“Ninguém nasce ruim, são as atitudes das outras pessoas que os transformam”.
Aldemir Alves.

Ninguém vira um "psicopata" do nada, nenhuma mente de vilão é formada sem passar por muito sofrimento e rejeição da sociedade.
A sociedade cria seus próprios vilões e depois querem simplesmente "eliminá-los".
Essa é uma realidade que a sociedade prefere ignorar.


Descobri que as pessoas querem saber mais dessa história, criticam-na porque desejam viver mais nesse mundo, anseiam por mais batalhas, querem emoção, exigem tudo o que esses personagens têm a oferecer.
Conheço minhas limitações, mas sei que tenho potencial para criar um livro de qualidade e posso agradar até mesmo o leitor mais crítico.

 “Literatura é questão de momento, para escrever algo épico o escritor precisa estar em um momento épico”
 Aldemir Alves da Silva



Prefácio


As crônicas de Fedors é uma série que retrata as lembranças do personagem “Fedors”. Um homem cujos caminhos o tornaram um moribundo. Sim, um morto – vivo. Para quem não sabe, morto - vivo é uma pessoa caminhando sem vida, um ser apodrecido, que ainda sustenta uma alma.

A história de Fedors se inicia há alguns anos antes, ele já fora um mortal e pelo que conta em sua primeira crônica, conhece bem o mundo de Esteros e seus povos. A sua morte foi causada por algum fato trágico que o faz sofrer por lembranças confusas e arrependimentos do passado. Fedors estava desacreditado. Lançou sua sorte aos ventos e esteve há muito tempo jogado sobre o solo empoeirado, tendo como companhia apenas uma árvore seca e quase sem vida. 

Porém, as esperanças surgem e “Salazar”, um andarilho que trafegava por ali se propõe a escutá-lo. A partir daí surge a história.

Fedors, segue sendo o narrador do livro. Ele contará a Salazar e aos leitores o porquê de seu sofrimento, narrará acontecimentos marcantes ocorridos na família Destrus da qual ele também faz parte. O desfecho desta primeira crônica está prevista para cinco livros, que podem ser adiantados conforme escrevo a história. No momento, em que escrevo este prefácio, tenho prontos, quatro manuscritos sobre a série, aguardando apenas a publicação. Porém, em razão do grande interesse dos leitores pelo livro, pretendo adiantar as publicações ou quem sabe adiantar o processo de publicação do volume completo. Após o desfecho da história planejo partir para grandes contos paralelos sobre “O Mundo de Esteros e seus habitantes”.

O processo de escrita.

Quando criei o primeiro capítulo de Esteros, no ano de 2010, estava muito envolvido no MMORPG, em especial o game Word Of Warcraft. Sempre gostei de temas que envolvem as mitologias, nórdica, celta, egípcia, grega. Os livros que abordam essas mitologias, geralmente foram criados por grandes autores, amantes do puro RPG, que além de se inspirarem em algo já existente, inovaram e conseguiram passar a sua própria essência para os seus livros, criando linguagens próprias. 

Inspirados nessas mitologias, grandes nomes surgiram ao longo dos anos, J.R.R. Tolkien com o seu perfeito “O senhor dos Anéis”; C.S. Lewis com “As Crônicas de Nárnia”, dentre outros grandes nomes da literatura mundial. Esse seguimento só enriquece a literatura fantástica, oferecendo aos nossos leitores livros magníficos e inspiradores. 

Ser fã dos personagens mitológicos, especialmente de orcs, elfos, anões, gnomos, fadas me fez desejar criar a minha própria história nesse gênero. Criando personagens a meu modo, com crenças e costumes particulares para Esteros, dei vida a novas raças e povos também. A mitologia esteriana se constrói ainda na infância da humanidade. Tudo começa após a traição dos anjos ao seu Deus Supremo. Essa traição desencadeia a destruição do primeiro paraíso, recriando o céu e inferno, juntamente os novos mundos e planetas.

A criação da mitologia esteriana é baseada em fatos fictícios e científicos relacionados ao universo, e também aos seres vivos em geral. É claro que essa teoria recusa a aceitação de um Criador. Devemos, porém, destacar o fato de que a teoria do big-bang é, na verdade, uma consequência de outra teoria: a teoria do universo em expansão. Para deixar a mitologia mais realista inseri um Deus sobre ela, juntei todo o meu conhecimento religioso e teórico e acabei criando algo, “inovador” mesmo utilizando algo antes explorado.

Quando o grande paraíso se tornou um lugar de prostituição e desordem, o Criador pôs fim em toda a sua criação. No entanto, por amar intensamente os seus filhos, salvou os puros, “as crianças”. Os Deuses da mitologia esteriana ganham vida após esse episódio. São trinta deuses espalhados por todos os universos, cada qual com o seu legado: cuidar das vidas designadas a si. Seguindo essa teoria do big – bang, deixo a imaginação do leitor fluir, de modo que isso relacione outros “mundos” aos esterianos. Talvez o nosso mundo possa fazer parte da mesma galáxia de Esteros. Isso é perfeito, porque poderei um dia inserir os seres humanos em meio à trama do livro.

A mitologia esteriana narra os primeiros confrontos entre os deuses dominadores dos mundos habitáveis, e a primeira discórdia entre Nazebur e os seus irmãos. Tudo ocorre nesse início de trama, nascendo em seguida o céu e o inferno. Nazebur tem como meta destruir a vida nos mundos existentes no universo, a sua missão é corromper as almas mortais e promover a maldade sobre esses indivíduos. Com ajuda dos próprios mortais ele pretende dizimar a vida nos planetas, extinguindo todos os seres vivos e aproveitando as suas almas, para transformá-los em soldados imortais. Criaturas conhecidas como Asmectros. 

Essas criaturas possuem passe livre e podem caminhar sobre os mundos paralelos, se fortificar e evoluir nos corpos mortais, como larvas em um hospedeiro. Elas possuem as almas mortais até conseguirem absorver toda a energia vital do indivíduo. Quando finalmente conquista o controle absoluto se desenvolvem por completo, tornando-se uma criatura extremamente poderosa. Nazebur trama reunir milhares de Asmectros ao seu lado, e consequentemente usá-los contra os demais deuses. E finalmente alcançando esse objetivo, ele se levantará contra os demais e se tornará o ser Supremo de todos os planetas. 

O foco da história se passa especialmente sobre a família Destrus, eles são os mais antigos e conceituados reis de Naires, foram eles que selaram a paz, após derrotarem o maior vilão que Esteros já conheceu, o orc Nalefis Ônus.

 Desde a época de Lord Marcarus Destrus, que é pai de Mussafar Destrus e matador do Orc Nalefis, O continente Naires é tomado pela paz e confraternização entre as espécies. Porém, as guerras antigas de cem anos atrás, travadas pelo rei Mancarus ainda marcam os povos, que temem o seu retorno.

Em meio à trama existe uso de criaturas que podem ser invocadas nas batalhas, essas criaturas serão prêmios ganhos após o dominador (a) possuir as pedras espirituais. Essas pedras após serem invocadas, darão vida a diversas criaturas, porém a índole da criatura invocada será comparada a de seu dominador. Um vilão quando executar a invocação terá a seu lado um monstro de propriedade maligna, um morto - vivo, demônio alado, dragão, etc. 

Já uma pessoa praticante do bem poderá dar vida a um ser de luz como, Anjo, montaria alada, “Pegasus”, fada, Minotauro. Após o manipulador dar vida às criaturas, ganhará um anel que será colocado em seu dedo, esse anel jamais poderá se separar do seu dominador, a não ser que o mesmo seja destruído em batalha.

Nota do autor

PARA UM MELHOR ENTENDIMENTO DESSA TRAMA, SUGIRO QUE O LEITOR LEIA PRIMEIRO “a mitologia Esteriana” que se encontra no final deste livro. A parte mitológica narra a descendência divina dos povos aqui apresentados e explica de forma clara como surgiram os deuses e os planetas apresentado na história. As mudanças aplicadas nessa nova edição foram editadas no intuito de poder melhorar a leitura. Muitas delas baseadas nas visões de alguns críticos literários que apontaram erros e acertos em meio a narrativa. As principais mudanças que devem ser destacadas são as caracterizações do mundo e personagens.

Mesmo que as críticas tenham me inspirado a melhorar esse livro, sei que há possibilidades de que essa história não agrade a todos, e que alguns ainda possam criticar o modo como ela foi escrita, porém, por outro lado, tenho certeza de que outros irão apreciá-la e se divertir enquanto a leem. É óbvio ainda que algumas pessoas poderão dizer que essa trama não é a mais original na literatura fantástica, ou a mais criativa. Entretanto, esse livro tem conquistado muitos leitores desde a sua primeira publicação. E eu penso que um autor jamais deve criar a sua obra apenas para si próprio, pois isso seria egoísmo. 

Os livros de Esteros teve a sua primeira versão publicada no ano de 2011, num site onde a publicação é gratuita e de forma 100% sob demanda.  Ali provei pela primeira vez a dádiva de ser lido e acompanhei as primeiras críticas dos meus, então, primeiros leitores. Para alguns, o livro era pequeno e com poucos diálogos, para outros era uma leitura agradável e que deixou pontas soltas, que eles ansiavam em descobrir. Eu estava a cada dia mais envolvido nesse projeto, então não parei e continuei criando a história. 

Em 2012, terminei o livro completo em um total de 600 páginas. Quando finalmente fechei a história, com o título de Esteros - O Continente Naires, parti para uma tentativa frustrada de publicação. Enviei esse livro para muitas editoras, entre elas pequenas, médias e grandes. Jamais recebi respostas positivas e as que responderam me cobravam preços absurdos e fora de minha realidade financeira. Foi quando eu estava quase desistindo e voltando para “aquele site”, que recebi uma proposta um pouco mais amigável, a editora me oferecia 300 livros e o valor na época R$ 7.000,00 mil reais. Pensei bem e estava decidido pela publicação a qualquer custo, então pensei em dividir o livro em partes e me auto – publiquei. A partir daí me tornei um autor publicado. 

Porém a simples publicação, sem nenhuma divulgação ou interesse por parte da editora em vender meus livros, me frustrou outra vez. Descobri que embarquei em um navio prestes a naufragar.  “Outra vez, estava num site sob demanda”, porém, agora era pago. Aquela editora não fizera uma revisão decente no meu livro, não se interessava em vendê-lo e não era séria, nem mesmo bem aceita pelo público leitor.

Foi quando me bateu o desespero. Preferi sinceramente quebrar o contrato e retornar ao site sob demanda. Mas antes que eu retornasse, surgiu uma luz no fim do túnel. Uma editora jovem me cedeu uma oportunidade. A Editora Selo Jovem que nasceu com a junção de alguns autores dispostos a se auto – publicarem. A missão era dar vida a um selo editorial, nós mesmos trabalharíamos em nossas obras; cada um assumindo uma função e ajudando um ao outro. A ideia funcionou, e a partir dali consegui publicar sem nenhum custo e os leitores começaram a aparecer... Finalmente estava sendo lido! 

Os livros de Esteros teve a sua publicação oficial no início de 2013. Sendo publicado em partes. Comercializado a um preço justo, principalmente no site da editora, e também na Amazon. O livro vem sendo muito bem aceito pelos leitores de fantasia. Por experiência, eu Aldemir Alves digo a vocês caros autores:  

Invistam em seus sonhos, acreditem que são capazes e jamais desistam quando alguém disser que você não é bom o bastante para fazer isso ou aquilo. Você pode tentar, você deve arriscar, e vai conseguir...
Para os leitores que criticaram o meu livro, para outros que irão criticar, deixo apenas um trecho de um comentário escrito pelo mestre Tolkien que sempre me inspirou.
J.R.R. Tolkien diz em seu prefácio:

 "Algumas pessoas que leram o meu livro, ou que de qualquer forma fizeram uma crítica dele, acharam-no enfadonho, absurdo, ou desprezível. Eu não tenho razão para reclamar, uma vez que tenho opiniões similares a respeito dos trabalhos destas pessoas, ou dos tipos de obras que elas evidentemente preferem. Mas, mesmo do ponto de vista de muitos que gostaram de minha história há muita coisa que deixa a desejar. Talvez não seja possível agradar a todos em todos os pontos, nem desagradar a todos nos mesmos pontos... O leitor mais crítico de todos, eu mesmo, agora encontro muitos defeitos, maiores e menores, mas, infelizmente não tenho a obrigação de criticar o livro ou escrevê-lo novamente, passará sobre eles um silêncio, com exceção de um defeito que foi notado por alguns; o livro é curto demais!”

Então, caros amigos, a resposta de Tolkien para as críticas destrutivas foi bem simples, pois com suas palavras ele disse: “eu vou escrever mais e mais, essa história se tornará enorme e vocês vão ter muito para criticar”. Esse defeito Tolkien resolveu, vejam só o tamanho de sua obra. Inspira ou não?

“Esteros” vai se estender, todos esses primeiros livros serão unificados. Como eu descrevi no primeiro livro, existem CINCO continentes a serem descobertos, é minha obrigação demarcar esse mundo com mapas e escrever sobre todos os demais continentes. 

Por fim, espero que esse prefácio tenha despertado a atenção de vocês para o livro, espero também que essa história possa ensinar a todos que o valor familiar está acima de qualquer coisa. Mesmo que esse livro aborde uma ficção como tema predominante, os argumentos tratados aqui podem ser verídicos, quando aplicados na vida real. O descuido e o desafeto contra um inocente é capaz de mudá-lo pelo resto da vida. A minha mensagem é para que os pais tratem seus filhos com igualdade, que se ofereça respeito na mesma medida para todos os membros de uma família.


 O trecho abaixo estará no final do livro:


AGRADECIMENTOS E PENSAMENTOS

Ainda sobre a mitologia esteriana, ao criá-la eu quis passar uma teoria minha sobre a vida; em minha opinião os seres inteligentes são filhos da terra, devemos cuidar de nosso planeta e protegê-lo de nossa própria ganância e males que possam vir a destruí-lo.  Acredito que fomos plantados aqui por sementes cujas foram semeadas por um deus responsável, um que nos testa a cada momento, nos quer bem e nos guia nos momentos difíceis da vida.  A separação do joio e trigo: isso é real para mim. Os mortais vivem nesse mundo a provar suas bondades e maldades, que tipo de pessoas somos? Primeiro provaremos ao criador o nosso merecimento e a partir daí teremos a nossa glória, ou castigo...

A prova de que somos filhos da terra está em todos os lugares e até mesmo em nós, já pararam para pensar que todo tipo de remédio é extraído da terra? Todo medicamento usado em nosso corpo serve para dores especificas ou curas de ferimentos diversificados, algumas propriedades extraídas são mortais, outras milagrosas, mas todas saem da terra. O corpo humano contém traços de quase todo mineral terrestre; incluindo enxofre, potássio, zinco, cobre, ferro, alumínio, molibdênio, cromo, platina, bóro, silício, selênio, flúor, cloro, iodo, manganês, cobalto, lítio, estrôncio, chumbo, vanádio, arsênico, bromo e mais.

Não sou nenhum ateu, mas nunca acreditei em religião, para mim existe um Deus e ele é um ser eminente de poder e razão. Tudo é muito perfeito para ser por acaso, somos seres poderosos e decisivos aqui na terra, mas somos frágeis em espírito. O mal existe assim como o bem. Em meu livro Sobreviventes falei um pouco sobre essa minha teoria onde narro um apocalipse baseado na visão de João Batista; o profeta, acredito em duas etnias espirituais disputando almas mortais e domínios do Universo, de que lado estaremos nessa batalha só dependerá de nós mesmos. A mitologia esteriana narra um pouco da minha ideia; uma traição no paraíso celeste deu início a uma guerra espiritual e os mortais ganharam uma chance para se tornarem parte disto. Um demônio querendo destruir tudo e um deus querendo provar que a vida é o maior trunfo do Universo. Talvez eu esteja totalmente louco escrevendo isso, mas ainda assim creio que exista algo especial na humanidade e que nós somos os responsáveis pelo triunfo do deus soberano e somente os merecedores poderão estar ao seu lado no juízo final.

Essa história se inicia narrando fatos de um único homem. O leitor será levado a terras distantes, batalhas épicas, conquistas e glórias, fracassos e percas, mas por fim, um sentido trará lógica a o que foi narrado.  Os livros de Esteros não têm data para um desfecho, não há planejando para um final, creio que um dia estarei escrevendo sobre as batalhas entre os deuses e anjos mitológicos, em minha opinião de criador esse livro tem potencial e se tornará uma grande obra um dia.

Esteros foi publicado pela primeira vez em 2011 e desde então escutei muita coisa, opiniões e críticas, boas e ruins. A palavra plágio é uma das piores para um autor, sei que essa obra não é a mais original do mundo, mas quero ver um leitor me apontar um único escritor de fantasia que em VINTE anos tenha criado uma obra 100% original. Na fantasia não é mais possível criar algo inédito, bichos de todas as formas e tamanhos já foram criados e utilizados, tanto nos games quanto na literatura, então caros, repensem sobre isso. 

Por fim, agradeço a todos os leitores que leram meu livro, sei que ainda a muito que melhorar, mas quero que saibam que farei o possível para continuar escrevendo esse livro. Nós, os autores brasileiros não ganhamos dinheiro escrevendo e muitas vezes somos nossos próprios investidores e entusiastas, mas mesmo assim, estou disposto a continuar criando minhas histórias. Como autor sonho com o reconhecimento, mas também acredito que para tudo existe seu tempo. Aos leitores que gostaram dessa história peço apenas que continuem acompanhando os demais capítulos, que me cedam um pequeno espaço em suas estantes.

Obrigado!  Tenham dias felizes e juízo na cabeça.
 

Os livros de Esteros novos trechos, novos trabalhos de narrativa e caracterização - A Floresta Surround

Posted by Aldemir Alves da Silva



 
Olá pessoal,

hoje quero mostrar a vocês mais algumas melhorias que estou aplicando em meio a narrativa do livro de Esteros. Estou nos últimos detalhes para enviá-lo a revisora, o livro ganhou tamanho, detalhes, e mais batalhas. O meu foco sempre foi em cima do personagem Vamcast, mesmo que ele não seja o "personagem principal"  quero criar um vilão convincente e que ganhe a atenção dos leitores. Sou fã de vilões, sempre fui, rs, então o meu tem que ser convincente. Para essa nova edição eu procurei ler todas as resenhas onde os leitores apontaram pontos fracos no livro, não vou aceitar todas, pois algumas são exageradas e eu não concordo, mas em sua maioria são proveitosas e serviram para me ajudar. Esteros foi um livro muito bem vendido, alcancei tranquilamente a marca de 500 exemplares impressos vendidos, com os digitais acredito que passei de 300 downloads na Amazon, incluindo os gratuitos. Por ser bem vendido e pelas resenhas positivas estou convencido que é um ótimo trabalho, e que agora será muito melhor...




A segunda pedra espiritual


O vilão reunia todas as armas necessárias em seu reinado do mal. Em um desses dias de triunfo, Vamcast invadiu uma cidade dominada por discípulos do bem, os quais guardavam ali uma criatura. Um monstro gigante que poderia ser invocado em batalhas, assim como os três guardiões que conquistara no passado. 

O elfo organizou um exército de cem orcs e marchou até a floresta surround, pois ouvira uma lenda de que ali guardavam uma criatura poderosa e comedora de homens, o animal poderia ser manipulado a mando de único homem e mataria por ele. Os boatos élficos eram conhecidos entre orcs e velhos anciões, e o vilão não deixaria de conferir a sua veracidade.  

Entre os desfiladeiros do sul e o mar negro, eles marcharam... A floresta élfica não possuía fama por hostilidade ou ataques surpresa, era um lugar calmo, habitado por elfos e seres místicos da floresta.

— Deixem os cavalos... Daqui para frente iremos a pé! — Disse Destructor se referindo a pequena estrada próxima ao desfiladeiro.

— Armas e escudos em punho, andem em fila reta... Estejam preparados! — Vamcast caminhou a frente, munia-se de sua lâmina negra e de uma armadura tecida por cota de malha fina, que percorria-lhe todo o corpo e havia chapas de aço no peito, costas, panturrilhas, braços e ombros. Os cabelos soltos e sendo manipulados pela ventania, seus olhos firmes e feição robusta, era um verdadeiro líder, um general destemido e focado.

O desfiladeiro possuía dois metros de largura e quarenta de altura, as pedras desgarradas rolavam lentamente de ladeira abaixo. O caminho era formado por rochas pontiagudas e uma terra vermelha, encoberta por cascalho fino e barro endurecido, a queda era mortal caso um homem despencasse ali, havia centenas de lascas de rochas, uma correnteza chocava-se contra o paredão de beira mar, ondas e redemoinhos se formavam na água, uma névoa fina chamuscava o lugar.

 Cem orcs seguiram os passos do rei do terror, uma fila imensa de criaturas monstruosas partia em direção a floresta, o destino era uma câmara secreta protegida por druidas e feiticeiros, não se sabe ao certo quantos homens guardavam-na, nem quais os perigos a serem encontrados, entretanto, a recompensa valeria todo esforço. A aquisição de mais uma pedra espiritual era o suficiente para atrair as hordas de Vamcast.

Quando pisaram a floresta ouviram-se gritos e sussurros. As folhas das árvores cintilavam, e esquilos fujões corriam pelos trocos e se alarmavam, pareciam denunciar um perigo eminente que se aproximava. O frio deixava o capim cinzento e endurecido. Barulhos remotos pareciam soar por perto, não há rastros, não existe desbravamento, entretanto, existe eminência de vida e presenças misteriosas.

Vamcast empunhou a lâmina, mas não usou para matar, cortava troncos e galhos, abria passagem e um caminho que comportasse suas tropas. Diante dos desbravadores só se via as hastes das árvores e formatos incontáveis: direitos ou tortos, sinuosos, acaçapados, espessos ou finos, escorregadiços ou ásperos. Muitos ramos, sendo que todos eram verdes, ou cheios de musgo, ou lodo.

Os orcs abriam passagem por entre as árvores desviando os perigos sinuosos e embaraçados espalhados pelo solo. Não existia vegetação rasa. O chão delineava uma elevação e conforme prosseguiam, tinham a impressão que as árvores iam ficando mais elevadas, mais obscuras e a floresta mais sombria. Em meio a floresta não escutaram mais barulho ou ruídos, um silêncio de aflição e agonia os rodeavam, exceto por um aleatório pingar de umidade, pendendo das folhas imóveis. Ao caminharem a impressão foi ficando cada vez mais intensa, até que sem se darem conta, estavam olhando depressa para o alto, ou para trás por sobre os ombros, como se pressentissem um golpe de espada inesperado.

— Estamos perdidos! — Murmurou Destructor, olhando aos céus, onde não se via sol nem nuvens, era escuro e encoberto por galhos e respingos de pequenas folhas, como uma chuva, como se estivessem vivas, como que se as árvores os expulsassem dali.

— Estão se movendo? — Murmurou um orc.

— O quê? — Indagou o outro, medroso e assombrado.

— São os espíritos da floresta! — Falou um terceiro, com olhos arregalados.

— Besteira! — Gritou Vamcast — Não a nada, aqui! — em um golpe certeiro furou o tronco da árvore e torceu a espada, machucando-a, escorreu um líquido fino e esverdeado.

— Ela sangrou? — Inquiriu Destructor.

— É apenas uma seiva, um grude. — Falou o elfo.

Num instante, um cipó grosso surgiu rastejando pelo solo e enrolou-se nas pernas de Vamcast, o arrastou bruscamente pelo solo e chacoalhava o seu corpo contra os troncos.

— Minha mãe de Deus! Estão vivas!!! — Gritou um orc, assombrado.

— Salvem suas vidas! — gritou o outro e começaram a fugir em direções aleatórias.

— Voltem seus covardes, ajudem o mestre! — Gritou Destructor. Logo após raízes prenderam seus braços e pernas, separadamente, começaram a puxar seus membros em todas as direções, pareciam querer quebrá-lo ao meio.

Vamcast sendo arrastado apalpou firme o punho da espada, em golpe cortou o cipó que prendia seus pés, golpeou outros dois que tentaram prendê-lo. Após se livrar, correu e saltou em direção a Destructor, com três golpes libertou o homem.

— Fuja mestre! — Gritou o eracicto e tentaram correr.

— Espere! — Disse um orc de aparência idosa que não fugiu, era um druida — Só as árvores velhas têm vida, só atacam em distâncias de três metros, afastem-se delas, não podem atacar nem elfos e orcs, entretanto, matariam o eracicto — apontou para Destructor.

— Fui atacado! — Afirmou Vamcast

— Não, você Foi retirado do campo de batalha, essa é uma floresta élfica, as árvores não matariam um elfo, apenas retiram-no do campo de guerra. O alvo era o eracicto!

Destructor ficou confuso e irritado:

— Porque não matariam um orc?

— Orcs tem descendências élficas! — Pausou a conversa — Uma velha lenda, duvidosa, mas verdadeira! — falou o velho orc.

— Voltem seus covardes! — completou chamando atenção dos fujões.

— O que faremos mestre? — Indagou o eracicto.

— Eu não sei! — Vamcast estava confuso, perdido e irritado. Tinha um velho mapa na cintura, mas eram línguas estranhas e irreconhecíveis.

— Dê-me o mapa — disse o velho orc — Você, caminhe no centro, o protegeremos — falou se referindo a Destructor.

O velho druida leu o mapa, vagarosamente:

 — Caminharemos em direção ao norte, o sol aparecerá nas copas das árvores, seremos guiados pela luz...

— Ouviram o homem? Marchem!!! — Ordenou Vamcast.

Enquanto caminhavam, a floresta ia se tornando mais clara e os raios solares surgiam entre as árvores, inesperadamente, deparam-se com uma clareira, e se viram numa vasta área circular com apenas alguns mistos de árvores finas e bambus. Avistava-se o céu, claro e azul, o que os maravilhou, pois sob a cobertura da floresta não conseguiram ver o dia amanhecer, nem as brumas desmancharem-se. Na margem da clareira, todas as folhas eram mais espessas e verdes, bloqueando o local como uma muralha resistente. Não havia árvores ali, apenas um matagal cerrado, e muitas plantas altas e coloridas. De fato, aquele era um ambiente melancólico, mas que comparado à espessa floresta tinha a aparência de um jardim formoso e fascinante aos olhos dos desbravadores.

Com isso eles estavam animados e cheios de expectativa. Do outro lado da clareira, existia uma lacuna na muralha de árvores, e além dela um caminho bem desenhado. Via-se que a passagem penetrava na floresta e que em algumas partes era aberta e clara, ainda que uma vez e outra, as árvores chegassem a envolver a trilha com a sombra de seus ramos sombrios. Prosseguiram por ali, subindo ligeiramente, mas muito mais aliviados, tinham a impressão que a floresta estava mais amena, e que finalmente iriam atravessá-la sem grandes contratempos.

— Espere mestre! — Disse Destructor e parou seu corpo, ficando ereto — Olhe, é o templo!

Vamcast caminhou lentamente e o vento soprou sobre seus longos cabelos chamuscados pelo sol e a poeira das batalhas, que degredaram o seu visual. Enfim, contemplou o alvo, mas era estranho, o lugar estava desértico e sem hostilidade, mesmo que aquele lugar fosse pacífico deveria haver pessoas o protegendo.

 — Está quieto demais! — murmurou o elfo.

— É um lugar inexplorado e amedrontador, talvez não haja necessidade em guardá-lo. Os elfos o abandonaram. — falou o velho druida.

Firmando o olhar, Vamcast se aproximou ao templo, o qual estava voltado para o oriente isto quer dizer que os adoradores entravam pela parte oriental. Entrando, pois, pelo lado oriental, os adoradores adentravam primeiro no vestíbulo, que ocupava toda a largura do templo, isto é, cerca de nove metros com uma profundidade de dez metros. Propriamente o Santuário tinha cinquenta metros de comprimento, por vinte de largura, e treze de altura. Havia quatro câmaras que serviam para armazenagem dos objetos sagrados, também, talvez, de quartos de dormir para uso dos sacerdotes que estavam de serviço no templo. Era a entrada nessas câmaras por uma porta, onde também havia uma escada de caracol que ia ter aos compartimentos superiores. As janelas do próprio templo, que deviam estar acima do telhado das câmaras, eram de grades, não podendo ser abertas. Os objetos mais proeminentes no vestíbulo eram oito grandes pilares. O vestíbulo terminava no lugar secreto por meio de portas de dois batentes. Estas portas eram feitas de madeira, sendo os seus gonzos de ouro, postos em umbrais de madeira de oliveira. Tinham a embelezá-las diversas figuras esculpidas de elfos sagrados e de cabelos longos, e por cima botões de flor e grinaldas. Dentro do santuário todos os móveis eram de ouro, sendo os exteriores feitos de cobre. As paredes encobertas por pedras preciosas, e o teto eram cobertos por lascas de ouro. Tudo isto devia luzir com grande brilho à luz natural.  A entrada estava vedada por um véu de estofo azul, púrpura, carmesim e linho fino e bordado, neles se viam figuras reais. Entre os castiçais estava o altar do incenso, feito de madeira de cedro, e coberto de ouro e colocados à direita e à esquerda estavam oito caixões e dentro múmias élficas, deixadas ali por ancestrais e xamãs

Vamcast não encontrara resistência, então, entrou sozinho. Caminhou a frente e tocou o véu de linho, adentrou a porta principal. Caminhou e no fim do vestíbulo avistou uma arca, sobre ela, do lado esquerdo e direito a figura de dois reis elfos, eram estátuas e posicionadas como se selassem a tampa, cada uma delas tinha a altura de quatro metros. 

O elfo caminhou até a câmara que guardava a segunda pedra espiritual, tocou um mecanismo fino como um cedro, houve um barulho e as estátuas se moveram, abriu-se a arca. No interior um artefato que emitia um forte brilho. Enfim, Vamcast se aproximara da tão desejada aquisição. Porém, ao tentar pegá-la, foi surpreendido por alguém às suas costas. Um xamã guardião, que se preparando para uma invocação de magia e encarando o elfo, gritou-lhe:

 — Como ousa profanar um local sagrado? Saia imediatamente daqui! Ou então irei matá-lo!

Retirando vagarosamente a sua mão do local, Vamcast sorriu com ar de maldade, e virando-se para o homem, sacou a sua espada da bainha:

 — Hum... Por acaso pensa em me atacar pelas costas, guardião?

— Quem és tu, porque se veste como um homem de guerra? — Estava confuso e encabulado.

— Sou o rei de Esteros! — Murmurou o elfo em tom de superioridade.

— Um mestiço...! Se não sair deste lugar, imediatamente, terei que matá-lo!

— Não sabe com que está falando, moribundo? Era você quem deveria ter saído daqui, agora irá morrer porque não me tratou com o respeito merecido. 

O mago, sem dizer qualquer palavra, lançou ao solo um feitiço escuro e translúcido, três serpentes como najas surgiram e rastejaram em direção ao elfo.

— Elas possuem um veneno tão poderoso que; com uma gota mataria dez homens, vá embora e não o ferirão.

Vamcast sorriu em ar de malícia:

— Possuo a fúria de dez gigantes, você e sua magia medíocre serão enterradas nessa tumba.

Vamcast firmou seus calcanhares sobre o solo, forçou seus músculos a frente e deixou que a espada riscasse o ouro do solo, com um salto e usando três golpes decepou as cabeças das serpentes, continuou em direção ao individuo até que golpeou seu abdômen, dilacerou seus músculos e as tripas e o estomago caíram ao solo, o sangue jorrou e uma poça se formou ao redor do corpo dilacerado. O indivíduo com um gemido enorme ajoelhou-se no chão, então, rapidamente foi golpeado nas costas e caiu quase sem vida. Vamcast, não satisfeito, atravessou a espada no corpo do homem que com outro grande gemido, já vendo a morte em seus olhos, levantou a mão em direção à pedra das invocações. Vamcast lançou a perna direita sobre as costas do xamã, elevou sua espada aos ares e cravou a espada nas costelas do cadáver, em seguida o esnobou:

 — A morte lhe cai muito bem moribundo! Aprecio esse silêncio...

Vendo que o seu oponente já havia sido abatido, o elfo caminhou até a pedra celestial e, ao confiscá-la, levou-a para fora do lugar. 

Do lado de fora os orcs o aguardavam, quando ele pisou todos estavam curiosos e focados sobre ele.

— Mestre, conseguiu êxito? — Perguntou Destructor, bajulador.

Vamcast elevou a mão direita a frente e ao abri-la, exibiu a pedra, era pequena, vinte centímetros por ambos os lados. Tinha um brilho amarelo – ouro, intenso, pequenas inscrições a rodeava, possuía formato redondo.

— Invoque-a, mestre! — Murmurou o eracicto.

Com mais uma pedra nas mãos, o elfo pronunciou as seguintes palavras:

Da terra brotarás e contigo a morte trarás!
 
Um vento forte soprou, barulhos de asas ecoaram aos ouvidos de todos os presentes no lugar, era como milhares de morcegos, mas em conjunto, em único som. Os matos e as árvores estremeceram e dos céus surgiu uma criatura enorme, com asas que mediam dez metros como as de um dragão. As garras afiadas como as de um grande tigre e patas ásperas, encobertas por escamas douradas. As presas como as de uma serpente naja, oito pequenos chifres sobre a cabeça, a corcunda era áspera até o rabo, liso e pontiagudo, na ponta da cauda havia uma bola de espinhos; simulando uma maçã. Seus olhos eram avermelhados e profundos, as narinas esburacadas e cabeludas nos interiores. Media vinte metros de espessura e dez de altura. O monstro caminhou até o elfo, estava enraivado e exibia dentes expostos, prontos para devorar qualquer inimigo que ameaçasse seu dominador. 

Vamcast, abrindo a palma da mão caminhou até a criatura.

Já em frente ao enorme monstro, parou... E baixando a cabeça e indo em direção ao animal, foi encarado em um olhar profundo. Mas, Vamcast sem medo algum tocou-lhe a testa. Desta vez não houve dificuldade alguma em dominar um ser maligno, afinal o príncipe já tinha um poder enorme e a sua aura já estava quase totalmente dominada pelo mal. Um anel caiu da boca do animal, expelido da boca da criatura, então, Vamcast o colocou no outro dedo. Essa era a segunda aliança do príncipe com o mal e o seu poder estava ainda mais absoluto...


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